Infraestrutura escolhida para o sistema, não para o slide.
A hospedagem é desenhada em torno de quem usa o produto, do dado que ele precisa, da disponibilidade exigida e das integrações. A arquitetura varia por produto e por contrato. Os padrões abaixo valem para todos.
O que vale para todo produto.
Regiões de hospedagem
Site e produtos servidos da região de São Paulo. Banco com região escolhida por projeto, no Brasil quando o contrato exige.
Recuperação
Backup automático e recuperação pontual do banco conforme o plano contratado no provedor. Objetivos escritos no pedido quando há criticidade.
Monitoramento
Erros e falhas vão para o Sentry com alerta. Cada produto tem uma pessoa responsável e um caminho de escalonamento.
Retenção
Prazos de retenção e fluxos de exclusão desenhados para a LGPD e para o que o contrato do cliente combina.
Quem opera cada camada.
Os mesmos serviços aparecem na lista de subprocessadores da página de conformidade. Nenhum foi escolhido por moda: cada um resolve uma camada que a gente não deveria operar sozinho.
Arquitetada para responder por ela.
Em sistemas sob medida, a infraestrutura segue o mesmo padrão até o contrato pedir outra coisa: projeto dedicado, região específica, integração com rede privada. O que muda fica documentado e com um responsável nomeado dos dois lados.
Quer saber onde o seu dado vai rodar?
Conta as exigências de residência, disponibilidade e integração. A gente responde com a arquitetura proposta e o que ela custa para operar.